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NOTÍCIAS & OBRAS

Vândalos levam materiais do Aterro Sanitário

quinta, 30 de janeiro de 2014

DivCom - Divisão de Comunicação do SAAE - Pedreira

A Portaria e a Zeladoria do Aterro Sanitário de Pedreira foram alvo de ação de vândalos, no início da semana, durante a madrugada. Os fatos foram percebidos quando os funcionários chegaram para trabalhar, na segunda-feira, dia 27 de janeiro. As portas da guarita foram danificadas. Telhas foram retiradas para acessar a Zeladoria. Além disso, foram subtraídas peças de uso diário, uma engraxadeira, rádio do porteiro e alguns objetos do prédio do refeitório (Zeladoria). A pedido do diretor-administrativo José Moretti Neto, os prédios foram fotografados e um Boletim de Ocorrência, por configurar depredação de patrimônio público, foi registrado na Delegacia de Polícia. O prejuízo foi estimado em aproximadamente R$ 2.000,00. Esta é a primeira vez que as instalações – Portaria e Zeladoria do Aterro Sanitário são alvo de depredação. Anteriormente, os atos de vandalismo se deram no portão de entrada.

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Educação Ambiental

terça, 28 de janeiro de 2014

O conhecimento, para a conscientização e preservação dos recursos naturais bem como para preservação e conservação da fauna e da flora, surge no momento em que os seres humanos tem que criar uma sociedade mais sustentável para garantir uma qualidade de vida melhor para sua futura geração. Assim surge a Educação, uma importante ferramenta para que estes conhecimentos que geram consciência ecológica, sejam praticados para todas as idades, mas começando principalmente para as crianças, que serão os futuros adultos, responsáveis pela tecnologia e uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis. Por isso a Educação ambiental tende a mostrar e ensinar os ciclos naturais dos elementos, suas formações e suas principais funções no Meio Ambiente, afetando a vida de todos direta e indiretamente.

Assim, o SAAE Pedreira, cria este meio de comunicação, entre os trabalhos diários e profissionais do SAAE, para com todos que desejam entender e participar ativamente deste trabalho de conscientização, porque muito mais do que tratar a água, o SAAE Pedreira, também se preocupa com a qualidade do meio ambiente, trabalhando sempre para combater a poluição hídrica, do Solo e da atmosfera.

Nesta parte do Site, você pode pesquisar informações Institucionais, conhecer mais o trabalho Educacional em que o SAAE Participa, contribuir com fotos e desenhos e ainda utilizar estas informações para trabalhos e pesquisas.

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E.T.A. - Estação de Tratamento de Água

terça, 28 de janeiro de 2014

Não podemos produzir águas em indústrias, ou seja, fabricar esse elemento natural.
A água existente no planeta, segue seu ciclo, o que chamamos de ciclo da água. A água pode se purificar, mudar de lugar por meio de chuvas, transpiração das plantas e evaporação, porém a quantidade sempre será a mesma.
Partindo desse principio, sabemos que se não temos como “criar”, então devemos consumir de maneira consciente e correta.
Não podemos esquecer que a água faz parte do nosso dia a dia, do nosso corpo e praticamente de tudo que fazermos, como para beber, cozinhar, tomar banho, nadar, para produzir alimentos, gerar energia, fabricar produtos e para o lazer.
Por isso vamos pensar muito bem antes de abrir a torneira.

Algumas dicas são?

Limpe os restos de alimentos dos pratos, talheres e panelas, ensaboe tudo para depois enxaguar;
Feche a torneira para escovar os dentes ou fazer a barba;
Não tome banhos longos, feche o chuveiro enquanto se ensaboa;
Regue as plantas pela manhã ou no final da tarde, assim você evita a evaporação em excesso e garante um aproveitamento maior pelas plantas, se possível no jardim use um regador;
Adote a coleta seletiva;
Não polua nossos rios e córregos;
Plante árvores, principalmente nas margens para garantir uma maior disponibilidade de água e proteção de nossos corpos d’água;
Verifique vazamentos;
Não use a mangueira para lavar as calçadas;
Cubra as piscinas;
Não utilize a mangueira para lavar carros, ao invés disto utilize baldes.

Dicas para as Indústrias

Desligue os fornecimentos de água quando não estiver em uso;
Elimine vazamentos;
Ofereça treinamentos e instruções claras para seus colaboradores;
Utilize alternativas para refrigeração onde for apropriado;
Mapeie o sistema de água e esgoto;
Adote o reuso industrial para caldeiras e sistemas de refrigeração;
Utilize sempre que possível, a água da chuva, para regar jardim ou lavar o pátio.

Fases do Tratamento de Água

Não podemos produzir águas em indústrias, ou seja, fabricar esse elemento natural.
A água existente no planeta, segue seu ciclo, o que chamamos de ciclo da água. A água pode se purificar, mudar de lugar por meio de chuvas, transpiração das plantas e evaporação, porém a quantidade sempre será a mesma.
Partindo desse principio, sabemos que se não temos como “criar”, então devemos consumir de maneira consciente e correta.
Não podemos esquecer que a água faz parte do nosso dia a dia, do nosso corpo e praticamente de tudo que fazermos, como para beber, cozinhar, tomar banho, nadar, para produzir alimentos, gerar energia, fabricar produtos e para o lazer.
Por isso vamos pensar muito bem antes de abrir a torneira.

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QUAIS SÃO AS FASES DE TRATAMENTO DA ÁGUA NA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE NOSSA CIDADE?

PRIMEIRO, necessitamos com o auxilio de bombas captar a água diretamente do rio jaguari, e por adução enviar esta água para Caixa d’água, como chamamos a nossa E.T.A – Estação de Tratamento de Água. Quando essa água chega na Estação, ela Chega BRUTA, o que podemos dizer IMPURA, com matéria orgânica e microorganismos.

A SEGUNDA fase, já na Estação de Tratamento de Água, nessa água bruta é adicionado dois produtos. A CAL e o SULFATO DE ALUMÍNIO, os quais corrigem o pH e propicia assim a formação de “núcleos”, ou seja, micropartículas que serão agrupadas na etapa seguinte.

A TERCEIRA fase é o que chamamos de FLOCULAÇÃO, onde esses “núcleos”, micropartículas durante movimento contínuo e suave dos
floculadores (pás que giram), se unem aumentando de tamanho. Essas micropartículas, são impurezas presentes na água, e assim, formam partículas maiores o que chamamos de FLOCOS.

A QUARTA fase é a DECANTAÇÃO. Os decantadores, são grandes tanques onde esses flocos formados no floculadores, terão tempo, para se decantar, ou seja, ir para o fundo do tanque , e ficarem depositadas por lá devido ao seu peso. Podemos dizer que nesta fase do tratamento, a água já está quase que totalmente limpa.

A QUINTA fase é a FILTRAÇÃO, onde a água passa por enormes filtros, contendo areia, e um leito de pedras, e as sujeiras que restou da fase de decantação ficará retida neste filtro. Assim, após passar por estas fases, a água já está limpa, porém temos que garantir que nenhuma bactéria ou vírus que tenha passado por estas fases cheguem em nossas casas, assim a água ainda passará por mais duas fases.

A SEXTA fase é a DESINFECÇÃO, ou seja, adição de CLORO, um elemento químico capaz de matar todas as bactérias ou vírus presente na
água, garantindo uma água limpa e potável, pronto para ser utilizada pela população.

A SETIMA fase é a FLUORETAÇÃO, que é a adição de outro elemento químico chamado de FLÚOR. Esse elemento é essencial para quando escovamos os dentes. Esse elemento protege os dentes contra as cáries e é útil para a saúde dos adultos. Durante todas as fases a água que está na estação é analisada em nossos laboratórios e também em laboratórios contratados, assim podemos dizer com certeza que a água que é distribuída está “POTÁVEL” para o consumo humano.

Assim, a água está pronta para ser distribuída para toda a população para usufruir de maneira consciente e sempre protegendo o Meio Ambiente. Temos que lembrar também, que durante todo o processo, necessitamos de pessoas capacitadas para tratar nossas águas, além de utilizar muita energia e produtos químicos, quanto mais água tratamos mais produtos, energia e mão de obra é utilizada, portanto, se economizarmos água em nossas casas, estaremos evitando que mais água seja retirada de nosso rio, estaremos economizando a energia e produtos químicos da ETA, protegendo cada vez mais nosso Planeta.


TARIFAS PRATICADAS

Para a tarifação da água e esgoto de um Município, os valores seguem Orientações dos Decretos em vigência no ano. Para os valores apresentados na tabela abaixo, é seguido o Decreto Municipal n° 1994 de 30 de Agosto de 2011, e a Lei 2.476 de 08 de Abril de 2005 a qual estipula o valor do esgoto a 80 % do consumo da água.
Esse valor de 80% do Esgoto é cobrado, pois o Município capta o esgoto urbano, porém o lança in-natura no Rio, o que faz com que o Município pague por Kg/ DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) lançada no Rio para a Agência das Águas.

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Exemplo: se você gastou no mês até 15m³ (Residencial), então você deve calcular da seguinte forma:
15 x 1,1854 = 17,78
80% de 17,78 = 14,22
17,78 (água) + 14,22 (esgoto) = R$ 32,00
Portanto você terá como tarifa no mês vigente R$ 32,00.

Agora , se você passou da tarifa mínima de 15 m³ (Residencial), você deve fazer a conta com os M³ utilizados, por exemplo:
foi utilizado no mês - 28 m³
28 x 1,86 (tarifa na faixa de 26 a 40 ) = 52,08
80% de 52,08 = 41,66
52,08 (água) + 41,66 (esgoto) = R$ 93,74
Portanto você terá como tarifa no mês vigente R$ 93,74..

Até o mínimo, não importa o valor, será cobrado sempre o valor de 15m³ X o valor da classe + 80% do Esgoto.

A partir do mínimo de cada classe, o usuário deve utilizar para o cálculo, o metro cúbico consumido X a tarifa deste consumo + 80% do total considerando o esgoto.

Responsável pelas Informações, Andréia Ap. Boscolo.



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E.T.E - Estação de Tratamento de Esgoto

terça, 28 de janeiro de 2014

A Prefeitura Municipal de Pedreira está implantando a Estação de Tratamento de Esgoto, localizada na Estrada Municipal Hamilton Bernardes. A execução desta importante melhoria vem sendo supervisionada pelo Departamento de Projetos em Saneamento da Administração Municipal e pelo SAAE – Serviço Autônomo de Água e Esgoto. Os recursos são provenientes do Governo Federal, através do Ministério das Cidades – Programa Saneamento para Todos, no valor de R$ 4.200.000,00, na forma de financiamento; do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria de Saneamento e Energia/DAEE – Programa Água Limpa, no valor de R$ 3.890.753,98 na forma não reembolsável e da Prefeitura Municipal, no valor de R$ 1.738.538,85, na forma de contrapartida, totalizando um investimento de R$ 9.829.292,83. O prefeito Hamilton Bernardes Junior informou que todos os esgotos coletados pelo sistema de redes de coleta, afastamento e emissário, irão para a Estação de Tratamento. “Iniciamos na última semana a implantação da última etapa do Coletor Tronco da Margem Direita do Rio Jaguari”, ressaltou o prefeito Bernardes. Segundo o engenheiro José Moretti Neto, diretor do SAAE, a Estação de Tratamento de Esgoto trará grandes benefícios para o município, levando-se em conta que atualmente o esgoto da cidade é lançado in natura no Rio Jaguari. A Estação de Tratamento de Esgoto terá capacidade para tratar 100% dos esgotos gerados no município. Fases do Tratamento de Esgoto No dia 15 de Junho aconteceu na Secretaria de Promoção Social a segunda etapa de treinamento dos adolescentes do Projeto Cidadania para cumprimento de Parte Social para Obras dos Coletores Tronco – Esgotamento Sanitário PAC I. Na Primeira etapa, os adolescentes receberam as informações necessárias para o entendimento do PAC e das partes sociais que estão envolvidas nos projetos, bem como informações das Obras dos Coletores troncos que já iniciaram no Município de Pedreira e que abrange 3 km de redes coletoras de esgoto nas margens do Rio Jaguari. Esta primeira etapa visava treinar os Adolescentes do Projeto Cidadania – Meio Ambiente para as abordagens dos moradores por onde esta Obra irá passar, assim trabalhando com informações e conscientização dos moradores para tal obra de importância imensa para toda população. Todas as Informações foram passadas pela Assistente Social Edna Ap. Nascimento e o Engenheiro Jonas Amorin. A segunda etapa aconteceu como uma Palestra de Saneamento Básico, reunindo todos os participantes do Projeto Cidadania, para a conscientização sobre os benefícios do esgotamento sanitário, tratamento de água, coleta de lixo e controle de pragas, bem como, quando não da presença de saneamento básico, os riscos à saúde da população, como doenças e até mesmo prejuízo econômico e visão Institucional distorcida de todo o Município. Com a Palestra, os adolescentes puderam entender um pouco mais sobre saneamento básico, doenças ocasionadas por parasitas, bactérias e vermes diretamente ligados ao esgoto, a toxicidade do esgoto para os corpos d’água e seres vivos presentes nestas águas, além de terem a oportunidade de conhecerem o Layout e como funcionará em todos os seus processo a Estação de Tratamento de Esgoto do Município de Pedreira, a qual estará finalizada e pronta para sua operação no final de 2011. Esta Palestra foi ministrada pelo Engenheiro de Meio Ambiente Sr. Jonas Amorin do Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE de Pedreira.SP.


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Aterro Sanitário de Pedreira

terça, 28 de janeiro de 2014

O Aterro sanitário de Pedreira surgiu em um momento em que todo o Estado de São Paulo tem sua atenção especial no combate às poluições ambientais geradas pelo descarte indevido ou irregular de resíduos das cidades. Assim, nessa ocasião o Aterro Sanitário foi projetado de forma a se adequar as leis ambientais da federação e do Estado e promover um descarte de resíduos sólidos domésticos de forma correta e sem causar poluições do solo, água e ar, além de propiciar uma melhor qualidade de vida aos habitantes do município. Desde seu inicio, em 2007, o Aterro sanitário conta com mantas especiais que evitam o contato do resíduo com o solo assim deixando o solo e as águas subterrâneas livre do contato com substancias potencialmente poluidoras, o qual é comprovado com análises bimestrais das águas subterrâneas, além disso, há em sua área de instalação uma estrutura física capaz de receber e armazenar os líquidos produzidos durante a decomposição dos resíduos (chorume), para que posteriormente possam ser enviados às estações de tratamento antes de seu descarte nos corpos hídricos. Muito além das preocupações do solo e dos recursos hídricos, o Aterro também proporciona a correta captação dos gases produzidos na decomposição, onde podem ser queimados diminuindo assim a poluição do ar, evitando riscos maiores de explosões, e que futuramente poderão ser captados de forma a serem utilizados como fonte de energia. Hoje, essa área recebe diariamente cerca de 27 toneladas por dia de resíduos sólidos domésticos e tem uma previsão de receber esses resíduos por cerca de mais 10 (dez) anos, podendo essa estimativa ser superior caso o município trabalhe e se empenhe nas coletas seletivas, reuso de materiais e a reciclagem. Devemos lembrar que a responsabilidade pelos resíduos sólidos domésticos é exclusivamente de cada habitante, pois quem produz deve ser responsável pela sua disposição e possíveis conseqüências acarretadas dessa disposição. Cada um tem sua função primordial na redução dos resíduos ou na forma correta e sem prejuízos a saúde e ao meio ambiente em seu descarte. A cidade faz a coleta e direciona os resíduos à área de descarte, porém temos a obrigação hoje, de reduzir os resíduos gerados e conscientemente saber que se o Meio Ambiente for atacado com esses resíduos a culpa será de cada um de nós e o pagamento por isso será cobrado da própria população da cidade, no futuro, um futuro esse que se apresenta não tão longe.


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Com novas regras, restrição na captação pode obrigar Cidade a implantar o rodízio

terça, 28 de janeiro de 2014

A Agência Nacional de Águas (ANA) estabeleceu regras de uso do recurso nos rios Camanducaia, Jaguari, Atibaia, Cachoeira, Atibaínha e afluentes, o que reflete em cidades da Região de Campinas e Sul de Minas. Sempre que os rios atingirem vazão muita baixa (cada rio tem um nível mínimo), fica decretado estado de alerta (não restringe o uso da água, mas alerta) ou de restrição (empresas de saneamento e atendimento a animais captam 20%, indústrias e agricultura 30% menos). Esses percentuais representam muito em termos de restrição, por isso, podem levar as Cidades a adotarem o racionamento
No dia 22 de janeiro passado, a Agência Nacional de Águas (ANA) divulgou as regras de restrição do uso da água em rios que abastecem a Região de Campinas. Elas são válidas e já estão em vigor para a retirada de água dos rios Atibaia, Camanducaia e Jaguari e afetam entre mais de quatro dezenas de Cidades, Campinas, Pedreira, Jaguariúna e Amparo.
O texto estabelece níveis de vazão os quais devem ser considerados para decretar estado de alerta ou estado de restrição nessas regiões que captam água diretamente dos rios que formam a bacia do PCJ.
Esses rios também abastecem as represas do Sistema Cantareira, porém, não foram definidas novas restrições de captação nos reservatórios, e, portanto, não afetam diretamente a Grande São Paulo. Como se observa, a conta tem de ser dividida somente entre os Municípios que não compõem a Região Metropolitana da Capital.
As regras terão validade quando o volume útil, aquele em que o nível da água fica acima das comportas das represas - e não precisa ser bombeado - do Sistema Equivalente do Cantareira ficar abaixo da marca de 5%.
Vazões
No Alto Atibaia será considerado estado de alerta quando a vazão for maior que 4m³/s e menor 5m³/s no posto de monitoramento Captação Valinhos. Já no Baixo Atibaia, a vazão considerada é acima de 3,5m³/s e menor que 5m³/s no posto Acima de Paulínia. Para o Rio Camanducaia, quando as vazões forem maiores que 1,5 m³/s e menores que 2m³/s no posto Dal Bo.
No Rio Jaguari, o alerta acontece, no posto Foz, quando o manancial registrar vazões acima de 2m³/s e abaixo de 5m³/s. Para os usuários a montante do Sistema Cantareira, será considerado o posto Pires, com vazões superiores a 2,m³/s e inferiores a 4m³/s. Tais valores deverão ser acompanhados pelos usuários no site da Sala de Situação PCJ.
Os municípios poderão ser atingidos pelas restrições na captação (20% menos) impostas pelos órgãos gestores dos recursos hídricos a qualquer momento. O que num instante pode estar bem, devido a chuvas, de repente pode entrar em estado de restrição, porque no rio, a água da chuva não é retida, ela é corrente, segue o curso naturalmente.
Para evitar racionamento os moradores terão de se conscientizar e usar a água o mínimo possível, ou seja, somente para o essencial. “A população tem dado uma ajuda fundamental. Mas diante das novas regras, se não quiserem conviver com o rodízio, pois a captação será afetada, os moradores terão de apertar ainda mais as torneiras e abrí-las só quando muito necessárias. Temos de torcer para que venha muita chuva. Só assim poderemos amenizar essa situação desastrosa. Se ocorrer o estado de restrição, a situação, certamente vai se agravar e os moradores vão sentir e bastante esses momentos críticos”, salientou o prefeito Pollo.
As novas regras baixadas pela ANA e DAEE atingem 3,2 milhões de pessoas da Região, além de seis municípios de Minas Gerais. Elas serão desencadeadas toda vez que o volume útil disponível por gravidade do Sistema Equivalente do Sistema Cantareira chegar a 5% do volume útil dos reservatórios. Haverá corte quando a vazão passar do nível de alerta para o de restrição.
As Prefeituras e as Autarquias responsáveis pelos serviços de água foram alertadas para acompanhar diariamente as medições de vazão pelo site da Sala de Situação do PCJ, acentuou o diretor-geral do SAAE, Celso José Leite Filho.
O prefeito Carlos Pollo, que diariamente mantém contato com o diretor-geral do SAAE, Celso José Leite Filho, ressalta que “a falta de água que se registra em pontos isolados da Cidade tem sido pontuais, por problemas de ruptura em canos ou falta de energia elétrica para o bombeamento. Lembra o prefeito que diante dessas imposições, não há o que contestar. O Município, se a vazão do Rio Jaguari atingir os níveis de restrição, terá de acatar e cumprir as determinações”.
A redução de 20% será aplicada de imediato e este percentual também é válido nas captações de água para uso animal, como o abastecimento de granjas e confinamentos de bovinos. Já para uso industrial e irrigação de lavouras, a redução será de 30%. O corte na captação será fiscalizado por agentes do DAEE e da ANA.
Texto: Sidenei Defendi – Jornalista
Assessoria de Comunicação – ASCOM – Prefeitura de Pedreira

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